Trabalhadores argentinos protestaram contra as demissões

Trabalhadores argentinos protestaram contra as demissões

Por: O Poder Popular ·

Prensa Latina - Tradução Equipe Poder Popular

Buenos Aires, 2 de janeiro (Prensa Latina) Servidores públicos argentinos protestaram hoje contra a decisão do Governo de não renovar os contratos assinados após 1º de janeiro de 2023.

Através dos decretos 84 e 77, publicados em 26 de dezembro no Diário Oficial, o presidente Javier Milei também ordenou a realização de “um levantamento exaustivo” do pessoal contratado antes dessa data.

Segundo o porta-voz da Casa Rosada, Manuel Adorni, estima-se que estas medidas afetem mais de cinco mil cidadãos.

Neste dia, os trabalhadores prejudicados por estas medidas realizaram assembleias e outras ações no Ministério da Economia, nas Secretarias do Trabalho e Desenvolvimento Territorial e de Habitação, entre outros locais, para solicitar a sua reintegração nesses órgãos públicos.

De sua parte, a Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) convocou uma reunião extraordinária para analisar as denúncias de centenas de demissões, sanções e transferências, e a sua participação numa greve geral convocada para o dia 24 deste mês.

A insensibilidade deste Governo é absoluta. Sem causas justificadas e violando todos os regulamentos, deixam milhares de famílias na rua, denunciou o secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar.

São empresários que não sabem como funciona o Estado nem têm a menor ideia das necessidades do povo. As demissões injustificadas e as transferências compulsórias começam a afetar o funcionamento de todos os organismos públicos a partir das primeiras horas de 2024, acrescentou.

rgh/gas

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